domingo, 12 de julho de 2009

"Pois é nosso amor, e só nosso."

Continuo “pulando fora” dos textos informativos e mantenho esse tema até mesmo poético.

E continuo lembrando que toda e qualquer semelhança com a minha vida pessoal é total coincidência.

Uma história não terminada.

A adolescência é de fato uma fase aonde descobre a vida, descobrimos como viver, com quem viver e até como viver com si lidamos com todas as tenções, novas responsabilidades, novas investidas e ainda tem um agravante e talvez, o mais influente em toda essa metamorfose; o amor, que vem de várias formas, às vezes convenientes e às vezes impossíveis...

É difícil atirar uma pedra na primeira vez e conseguir acertar o alvo, assim como é difícil escolher um alguém para amar e encontrar a sua alma gêmea de primeira. Foi e continua sendo assim atirando pedras que busco o amor, é verdade que ainda não encontrei. Mas nessa minha coragem e tentativas de acertar o alvo que tenho bastantes histórias para contar.

Às vezes o primeiro namorado torna-se o eterno, de um namoro inocente, vem um casamento, filhos, e uma confortável velhice a dois. Para quem não consegue atingir essa satisfação de primeira vai continuar tentando. O meu primeiro namoro vejo hoje como uma brincadeira, descobrindo um sentimento novo, descobrindo o doce gosto de ter alguém, até mesmo descobrindo como pensa uma outra mente, resumindo, uma experiência. Como outras milhares de pessoas que não desistem de primeira e continuam procurando o afeto com essa idéia de amor inocente sem muitas palavras, aquele sentimento de cuidar e conhecer passamos para o segundo, o terceiro, o quarto... Choramos, claro! Caímos em armadilhas de pessoas que nos colocam no topo do mundo, que tiram o chão dos pés e depois do mesmo modo que colocam no topo do mundo, empurram de lá... Em uma queda direta e sem ter aonde segurar sentir perder o controle olhar para os lados procurando os amigos, mas, já não estão mais lá. A única solução é deixar cair, “quebrar a cara” como dizem.

Tem também os casos mais desafiadores, quando o coração bobo como bola, decide se apaixonar por alguém mais velho, ás vezes torna-se até um crime! Infelizmente para um apaixonado não existe leis, regras ou limites, apenas o dever de amar e o direito de ser amado. Fazemos loucuras, driblamos os pais, para poder ver e passar um tempo do lado desse amor perigoso, que além de desafiar barreiras desafia os pensamentos oblíquos de toda uma sociedade, cometemos até o mais perigoso e tentador dos pecados capitais, a luxúria, quando esquecemos da idade ou de barreiras e aí sim, entregamos de corpo e alma. Nada me tira da cabeça que esse amor desafiador não passa de uma aventura, que no final acaba em um domingo de tarde sem nenhuma palavra só um silêncio atordoante um Adeus e nunca mais ver o rosto daquela pessoa que fizemos de tudo para ficar nem que seja por alguns minutos, e que entregamos de corpo e alma.

Resolvemos então, nos apaixonar por alguém que não vive de uma mesma forma que nós. Os desejos e as vontades dessa pessoa não são iguais aos nossos, às vezes são mais depravados, às vezes mais inocentes, acabamos esquecendo que somos nós e nos transformando em quem aquela pessoa gostaria que fossemos; esse é o amor mais difícil de acabar, pois quando acaba não conseguimos entender como é a vida sem aquela pessoa.

Dentre as paixões que já vivi, você é a mais difícil e doce, mais paradoxal. Não és o amor inocente como o do primeiro namorado, não és o amor bandido como o que quebramos a cara, não és o amor desafiador que ninguém concorda, não é o amor não correspondido que tanto perturba, nem o amor diferente que nos mudamos para agradar. Você é todos eles, juntos! Nosso amor é inocente como um primeiro beijo, é bandido como desafiante e tentador, é censurado por ser diferente. Mas eu não me importo; Pois é nosso amor, e só nosso.

Dedicatória: Dedico o texto ao meu amor mais perfeito por ser imperfeito.

Pseudoromântismo.


Boa noite; Cansei de tornar esse blog um aparato de consultas didáticas. Pego um espaço para torná-lo agora um aparato sentimental. Não, esse texto não tem nenhuma ligação real com minha vida pessoal, ou com a vida pessoal de qualquer pessoa, são apenas histórias dessa mente já tão insana.

- Pseudoromântismo.

Todos os animas se apegam afetivamente, seja lá um cachorro quando caí de amores por seu osso, ou um macaco por sua companheira. Mas ,só o “ser-humano” é capaz de se apaixonar, é capaz de se entregar a essa deliciosa aventura chamada amor. E, quem diria que logo o ser mais racional, dotado de inteligência e no topo da cadeia alimentar deixaria se entregar por um sentimento tão perigoso e as vezes irreal. Segue então a história de um adolescente que decidiu se arriscar nesse campo minado. ( História real )

(Carta de um rapaz apaixonado, hoje em um pequeno presídio)

"E eu sentado na janela de minha casa... Olhando a rua, as pessoas, os carros, algo que eu fazia toda à tarde. Foi quando uma determinada pessoa magnetizou meu olhar. Foi à primeira vez que a vi.

Lembro-me desse momento como se fosse agora. Ela estava com uma blusa vermelha, uma calça preta, e seus cabelos castanhos voavam com o vento. Linda! Como nunca eu havia visto. Talvez tenha sido amor à primeira vista, não sei.

Ela passou, olhando para frente, orgulhosa. Não me viu, mas eu a vi, até o momento em que ela entrou em sua casa. Ela era minha nova vizinha!

Fiquei confuso, pois eu, um rapaz de apenas 18 anos, que vivia a vida como louco, sem medo das conseqüências dos atos, eu estava me sentindo inferior àquela moça frágil que passou pela minha frente. Eu não estava entendendo, eu estava com medo, eu estava feliz!

Depois que ela entrou em sua casa, não tirei os olhos de lá, esperando que ela aparecesse. Mas ela não saiu de casa, e eu não saí da janela!

Fechei a janela e entrei. Já era tarde, eu estava com fome, com sono, e até com vontade de ir ao banheiro. Mas ela não saiu da minha cabeça. Fiz tudo que precisava e fui deitar. Liguei uma música, tentei dormir, mas ela não saía da minha cabeça, eu estava muito curioso para saber quem era aquela garota linda e encantadora que estava morando na minha rua. Uma hora, duas horas, três horas, e eu não conseguia dormir. Nunca havia acontecido algo assim comigo. Só peguei no sono depois das cinco horas. Sorte minha que era domingo!

Acordei uma hora da tarde, tomei banho, fui para o quarto, eu nem lembrava da garota! Foi quando eu saí do quarto e fui até a sala e eu a vi, na sala da minha casa, conversando com minha irmã. Eu fiquei assustado de certo modo. Fui até a cozinha e perguntei a minha mãe quem era a garota que estava conversando com Julie, minha irmã. Ela disse que era a filha dos padrinhos de Julie que haviam se mudado para a rua.

Eu só a conheci quando ela tinha cinco anos de idade. Eu não me lembrava da pequena Jéssica. A menininha chata e arrogante que atordoava a minha vida. E que eu odiava.

Fui até o quintal, cumprimentei os pais dela. Fui até a sala, fui direto a ela, olhei em seus olhos azuis brilhantes e disse “Oi!”, ela respondeu o meu cumprimento e completou:

“Você é patético!”.

Eu ri, e ela me olhou séria. Eu pensei que ela estivesse brincando, mas ela me olhou com nojo, virou a cara e voltou a falar com a minha irmã. Eu realmente fiquei sem entender nada.

Minutos depois chegaram dois amigos meus, Jonathan e Victor. Me “convocando” para sair com o pessoal. Eu fui. Contei a eles sobre a garota. Eles acharam tudo uma idiotice, o que realmente era verdade! Bebi muito naquele dia, tentando descobrir o porquê de ela ter me tratado daquela maneira! Cheguei em casa, deitei e dormi.

Conseqüentemente faltei aula. Quando acordei perguntei a minha irmã o porquê daquele tratamento que a Jéssica teve comigo. Ela riu e disse:

“Nada não! Só falei um pouco de você para ela...”.

Naquele momento meu maior desejo era matar a minha irmã.

Não adiantava eu falar com Jéssica, ela não queria falar comigo, só por aquelas besteiras que minha maldita irmã falou!

Mas era infantil da parte dela não querer me ouvir. Parecia que minha “fama” de cafajeste era doença contagiosa!

E a cada dia que passava aquela sensação estranha aumentava. Eu não conseguia mais beijar ninguém. Eu não saía de casa. Eu só pensava nela, em beijá-la, abraçá-la, olhar em seus olhos e dizer “Eu te amo”, amaciar seu cabelo, só isso, não precisava mais nada.

Eu ligava para ela, ouvia a voz dela dizendo “Alô!” E desligava. Eu não conseguia falar com ela. Era estranho, logo eu que sempre fui tão atrevido, sem medo dessas coisas! Sempre era assim.

E foi assim por seis meses. Até o dia em que decidi falar com ela. Foram seis meses de preparação para me declarar sem nem saber se eu era correspondido! Ela estava passando em frente a minha casa, chamei por seu nome, e ela fingiu não ouvir. Fui até onde ela estava e puxei-a para dentro de minha casa a força. Fui covarde, mas eu estava desesperado!

Olhei para ela, quase não tive coragem de dizer, meus olhos lacrimejaram. E eu comecei a dizer:

“Pareço idiota! Aliás, sou idiota! Perdoe-me por isso, eu não escolhi, mas eu sinto algo muito forte por você, eu só quero que você entenda, não precisa dizer que sente o mesmo, pois eu sei que não sente, só entenda! Estou desesperado! Com medo! E louco por você! Jéssica eu realmente te amo!”.

Ela me olhou com ódio, mas ao mesmo tempo com dor! Era como se ela sentisse ódio de algo, que não era eu. E dor por ouvir aquilo! Ela pediu para ir embora, eu abri a porta e a deixei sair. Ela saiu, olhou para trás e disse: “Desculpa, não é você, sou eu!”,

E foi...

Eu não entendia nada mais. Fiquei cuidando ela até entrar em casa. Foi quando vi algo estranho, seu pai a pegou com força pelo braço e puxou para dentro de casa. Eu pensei naquela cena por dias. Pois não a vi mais.

Eu estava totalmente diferente, totalmente inferior, totalmente isolado, totalmente esquecido por todos. O amor chegou a mim com muita força e me derrubou. Eu sofri muito!

Alguns dias depois recebi uma carta. O papel estava sujo e a letra estava tremula. Era da Jéssica. Era uma pequena carta:

“Alex, dói muito escrever algo assim, eu sei que você gosta de mim há muito tempo, também gosto de você, mas eu não poderia levar isso em frente. Estou com muitos problemas. É meu pai. Ele me trata diferente. Você me entende? Eu não suporto mais. Minha mãe não acreditou em mim, tive medo de contar para outras pessoas. Você é a primeira pessoa que ficará sabendo disso. Por favor, não me julgue pelo que fiz, não é minha culpa, mas era a única forma de escapar disso tudo. Eu não quis me envolver com você porque meu pai não poderia ficar sabendo, senão ele me matava. Prefiro eu acabar com a minha própria dor. Não se esqueça de mim. Amei-te muito! Perdoe-me! E me entenda! Adeus!”.

Eu não estava conseguindo entender! Eu não estava acreditando! Naquele mesmo momento minha irmã chegou em casa chorando.

Haviam encontrado Jéssica, em seu quarto, com uma corda em seu pescoço, morta!

A primeira coisa que senti foi dor, a segunda foi ódio! Fui até a cozinha, peguei uma faca, a maior, e fui até a casa de Jéssica. Jéssica estava lá! Mas o ódio era maior que a dor! Chorando, cheguei até o pai dela, e acertei. Foi por instinto! Eu não conseguia parar de acertar ele. Ninguém conseguia me parar. Eu tinha muito ódio! Eu a amava!

Ele morreu, estou numa cela, mas não estou arrependido, fiz o que deveria ter feito!

A carta não modificou a minha pena. Mas isso não importa! Ela já se foi. E eu ainda não a esqueci! E nunca esquecerei da última vez que a vi, e da última coisa que me disse “Desculpa, não é você, sou eu!”, essa frase se repete várias vezes em minha cabeça.

A linda garota dos cabelos castanhos ao vento e dos olhos azuis brilhantes que tinha sentimentos secretos que ninguém sabia! A linda Jéssica! Já se foi!"

...

Ilustrado o quão o amor pode ser um sentimento impiedoso e às vezes obtuso, pergunto agora quem nunca se entregou ao risco desse sentimento e simplesmente amar? Pois é...Como já dizia o poeta, “rapadura é doce mais não é mole não”.Posso garantir por experiência própria que de todos os prazeres esse –de amar– é o maior e melhor possível, pena que... Com todo esse doce, vem junto uma responsabilidade enorme de brincar com algo que não é só seu, mais de duas pessoas que se colocam em uma só.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

curiosidades sobre a diplomacia.

Diplomata
"Funcionário que representa o governo junto de outro governo"
Fonte: Dicionário Michaelis
O que é ser um diplomata?

O diplomata é o profissional que trata da diplomacia entre os países, ou seja, ele representa o seu país diante de outros governos. A função principal desse profissional é informar, negociar e representar. O diplomata é responsável por acompanhar o rumo das discussões ou negociações internacionais e conduzir as relações exteriores de um país, Estado ou sujeito de direito internacional. O profissional é preparado para tratar dos mais variados temas, como por exemplo, paz, segurança, normas de comércio e relações econômicas e financeiras, direitos humanos, meio ambiente, tráfico de rogas, fluxos migratórios, estabelecimento de relações amigáveis entre Estados e de cooperação entre os parceiros externos, entre outros. As relações diplomáticas estão definidas no plano internacional pela Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961 (CVRD).
Quais as características necessárias para ser um diplomata?

Para ser um diplomata é preciso que o profissional seja muito instruído, conheça a cultura dos outros países, bem como da situação das relações internacionais. Nessa carreira, o inglês é imprescindível. O domínio sobre outros idiomas também é muito é recomendável. Outras características interessantes são:

* responsabilidade
* disciplina
* capacidade de persuasão
* habilidade para lidar com as pessoas
* agilidade
* raciocínio rápido
* facilidade de expor situações
* capacidade de concentração
* capacidade de organização
* amabilidade
* carisma

Qual a formação necessária para ser um diplomata?

Para ser um diplomata, é necessário que o profissional possua diploma de graduação em algum curso relacionado à relações internacionais. Após o término do curso, o candidato tem que ser aprovado no Concurso de Admissão do Instituto Rio Branco (IRBR). A partir daí, o profissional ingressa na carreira diplomática como Terceiro-Secretário, e assim, os próximos cargos são: Segundo-Secretário, Primeiro-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe e Ministro de Primeira Classe (Embaixador). O treinamento e o aprendizado durante a carreira é intenso e contínuo, e o curso do IRBR engloba inúmeros cursos, palestras, workshps, estágios obrigatórios, etc. Pois um representante do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores, órgão responsável por auxiliar o Presidente na formulação das diretrizes da política externa) tem a responsabilidade de aplicar os conceitos de diplomacia pública em prol da melhoria da relação brasileira no exterior.
Principais atividades

O papel do Itamaraty no cenário internacional é:

* colher as informações necessárias à formulação e execução da política exterior de Brasil
* executar as diretrizes de política externa estabelecidas pelo Presidente da República
* representar o governo em discussões ou negociações internacionais
* negociar e celebrar tratados, acordos e demais atos internacionais
* organizar, instruir e participar de missões especiais em conferências e reuniões internacionais
* proteger os interesses de cidadãos brasileiros no exterior
* promover os produtos e serviços brasileiros no exterior
* tratar da promoção cultural do Brasil no exterior

Áreas de atuação e especialidades

O diplomata trabalha sempre com as relações internacionais, podendo tratar dos mais diversos assuntos, como segurança, paz, relações comerciais e financeiras, representação e promoção cultural de um Estado, direitos humanos, meio ambiente, negociações internacionais, tráfico de drogas entre países, etc. O direito de legação ativo é o direito que um estado ou organização internacional tem de enviar seus representantes à outros territórios em missões diplomáticas. As missões diplomáticas são constituídas por um grupo de funcionários que representam um Estado, no território de um outro, com o objetivo de participar de conversas e negociações internacionais. As missões podem ter três níveis:

* Embaixadas: nível mais elevado da missão diplomática, chefiada pelo embaixador
* Legações: chefiadas por ministros plenipotenciários
* Encarregaturas de negócios: nível menos alto das missões diplomáticas, chefiada por encarregados de negócios

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o profissional da diplomacia é grande e tem se ampliado cada vez mais, com a maior inserção do Brasil no cenário mundial. As mudanças nas relações internacionais estão ocorrendo de forma cada vez mais acelerada e intensa, por isso costuma-se dizer que a diplomacia é uma carreira bem atual, por tratar sempre com as relações internacionais atuais, inseridas no contexto histórico.
Curiosidades

As relações diplomáticas existem há muito tempo, mas começaram a se definir com as cidades-estado da Antigüidade clássica. Nessa época, os diplomatas eram sempre enviados com um objetivo específico, e retornavam com a conclusão do caso. Os primeiros registros existentes das relações diplomáticas são de apocrisiários, ou seja, funcionários enviados pelo papa ou por outros funcionários da Igreja com o objetivo de negociar com Bizâncio. Os procuradores, que eram representantes dos soberanos europeus junto ao papa também eram considerados diplomatas. A diplomacia moderna teve sua origem nos Estados da Itália setentrional, na época do Renascimento, com as primeiras missões diplomáticas no séc XIII. A partir daí a diplomacia começou a crescer e ganhar força no mundo conhecido, até que em 1815, no Congresso de Viena, criou-se um sistema de precedência diplomática, que após anos de discussões, foi regulado pelo art 16 da CVRD, no século XX.
Onde achar mais informações?

* Ministério das Relações Exteriores
* Instituto Rio Branco

sábado, 23 de maio de 2009

Divisão celular: mitose e meiose.

Biologia, segunda unidade, capitulo 8, página 175
Divisão celular: mitose e meiose.
Importância da divisão celular.
A divisão celular é o processo pelo qual uma célula se transforma em suas células filhas. As novas células são capazes de crescer e de se transformar em células idênticas à original. As células dos organismos multicelulares se multiplicam, possibilitando o crescimento.
Unhas e cabelos estão crescendo graças à necessidade formação de novas células em suas bases na medula de certos ossos há células se multiplicando para originar hemácias e leucócitos, as células do sangue, porque as células-filhas são exatamente equivalentes quanto aos aspectos cromossômicos e genéticos.
A célula em divisão reestrutura todo seu citoesqueleto. Nos organismos multicelulares adultos há células que nunca se dividem outros tipos de célula, embora normalmente não se dividam voltam a se dividir se ocorrer um ferimento, promovendo sua cicatrização. A divisão da célula faz parte do que os biólogos denominam ciclo celular; este é um período que se inicia com a origem da célula, a partir da divisão de uma célula pré-existente, e termina quando ela se divide em duas células-filhas.
Ciclo celular.
Os citologistas dividem o ciclo celular em duas etapas: divisão celular e interfase. A divisão celular compreende a mitose (divisão do núcleo) e a citocinese (divisão do citoplasma). Em geral, a mitose e a citocinese duram menos de 1 hora, o que corresponde a cerca de 5% da duração total do ciclo celular. Nos 95% do tempo restantes a célula permanece em interfase, definida como o período entre duas divisões celulares consecutivas. Durante a interfase, os filamentos cromossômicos permanecem descondensados e distribuídos no interior do núcleo, constituindo a cromatina. É no período da interfase que o DNA cromossômico esta em plena atividade, produzindo moléculas de RNA com instruções a interfase que a célula cresce e que as moléculas de DNA dos cromossomos se duplicam.
Interfase G¹, S e G².
Subdivide-se a interfase em três fases: G1, que antecede a duplicação do DNA cromossômico; S, período em que o DNA cromossômico está sendo duplicado; G2 que sucede a duplicação. A sigla S deriva da palavra inglesa synthesis, em referencias à síntese de DNA. As siglas G1 e G2 derivam da palavra inglesa gap (intervalo) e indicam os momentos anteriores à síntese de DNA. Durante a fase S a quantidade de DNA no núcleo é duplicada. Nestas, a interfase reduz-se praticamente a fase S (duplicação dos cromossomos) os cromossomos duplicam-se com mais rapidez. a freqüência das divisões celulares varia como tipo e o estado fisiológicos de cada célula.
Mitose
A mitose, e a divisão do citoplasma, a citocinese que completa a divisão. É comum o uso do termo mitose como sinônimo de todo o processo de divisão celular. O termo mitose deriva da palavra grega mitos, que significa “tecer com fios! E refere-se ao fato de os fios cromossômicos se tornarem cada vez mais visíveis ao microscópio óptico no decorrer da divisão celular, a cromatina correspondia a um conjunto de filamentos individualizados, os cromossomos. A mitose é um processo contínuo em que uma célula se transforma em duas células filhas. Ao longo da mitose ocorrem eventos marcantes, escolhidos pelo cientista para identificar quatro fases no processo. As fases da mitose são em seqüência: prófase, metáfase, anáfase e telófase.
Fases da mitose:
Prófase. Durante a prófase (do grego protos, primeiro) a primeira fase da mitose, os cromossomos se condensam os nucléolos desaparecem e a carioteca se desfaz.
Condensação dos cromossomos
O inicio da prófase é marcado pela condensação dos cromossomos, que se tornam progressivamente mais curtos e grossos. Sabe-se que a fibra cromossômica enrola-se sobre si mesma devido à ação de uma proteína a condesina, descoberta recentemente. Ao se condensar o cromossomo torna-se inativo, pois a compactação impede o DNA de produzir moléculas de RNA, a região cromossômica que organiza o nucléolo, ao se condensar, deixa de produzir RNA ribossômico.
Inicio da formação do fuso acromático
Outro evento que marca a prófase é o inicio da formação do fuso mitótico também chamado de fuso acromático o fuso é um conjunto de microtúbulos cuja função é conduzir os cromossomos para os pólos celulares durante a anáfase. Durante a formação do fuso mitótico ocorre reestruturação do citoesqueleto. A condensação da formação do fuso está a cargo do centrossomo uma região do citoplasma relacionada com a estruturação do citoesqueleto. O centrossomo duplica-se na fase S, os dois centrossomo filhos que se formam permanecem juntos até o inicio da prófase. Durante a prófase, os centrossomo migram para os pólos opostos da célula e, em sua migração, orientam os microtúbulos em formação a se organizarem entre os dois pólos celulares.
Fragmentação da carioteca.
O evento que marca o final da prófase é o desaparecimento da carioteca. A lâmina nuclear se desfaz e as membranas componentes da carioteca fragmentam-se em pequenas vesículas.
Metáfase
A metáfase (do grego meta, meio) sucede a prófase. A desagregação da carioteca liberta os cromossomos, nesse momento já altamente condensados, certos microtúbulos que partem dos centrossomo ‘’fisgam’’ os cromossomos, capturando-os pelo cinetócoro . Cada cromátide, como é chamado cada cromossomo possui seu próprio cinetócoro. Quando o cinetócoro de uma cromátide [e capturado por microtubulos, o cinetócoro da cromátide-irmã automaticamente voltado para o pólo oposto. Os microtubulos que ligam as cromátides-irmas as pólos celulares opostos, começam a se encurtar tencionando o centrômero.o conjunto de cromossomo estacionados na região mediana da célula é denominado plana metafásica ou placa equatorial . o termo metáfase refere-se justamente ao fato de os cromossomos se alinharem no meio (meta) da célula. A mitose só continua quando a placa metafásica termina de se formar. Se os cromossomos duplicados não estão unidos corretamente ao fuso, pode haver algum erro em sua distribuição. Alguns autores chamam de prometáfase o período entre a ruptura da carioteca e a formação da placa metafásica. Nesse caso, o termo metáfase indica apenas o período em que os cromossomos se encontram alinhados no plano equatorial.
Anáfase
A anáfase ( do grego Ana, separação )é a fase em que as cromátides-irmas se separam, puxadas para pólos opostos pelo encurtamento dos microtubulos do fuso. Esse encurtamento ocorre pela desagregação de moléculas de tubulina nas extremidades dos microtubulos associados ao cinetócoro, ambas a cromátide de um cromossomo pode ligar-se a microtúbulos de um mesmo pólo e migrar juntas não disjunção cromossômica.

Telófase
Na telófase ( do grego, telos fim), a ultima fase da mitose, os cromossomos se descondensam e uma nova carioteca surge. Com a descondensação, os cromossomos retornam à atividade e voltam a produzir RNA. À medida que os cromossomos se descondensam as vesículas membranosas formadas durante a ruptura da carioteca na prófase prendem-se a eles e fundem-se entre si, reconstituído as duas membranas nucleares. Durante a reorganização dos núcleos-filhos, os microtúbulos do fuso mitótico desagregam-se e inicia-se a citocinese. A mitose origina células filhas com o mesmo numero e mesmos tipos de cromossomos da célula- mãe a tanto quando uma célula diplóide ( 2n) sofre mitose, formam-se duas células diplóides.
Citocinese
O processo de divisão do citoplasma, ao final da mitose é chamado de citocinese, a citocinese ocorre pelo estrangulamento da célula na região equatorial causado por um anel de filamentos contráteis constituídos por moléculas de actinina e de miosinina. Na telófase das células animais, elas se formam da parede celulósica impossibilita o estrangulamento. No fim da telófase a região mediana da célula vegetal é ocupada por um conjunto de microtubulos provenientes do fuso em desagregação,dispostos paralelamente ao eixo axial da célula. Esse conjunto de microtubulos denominado fragmoplasto orienta a deposição de bolsas membranosas repletas do polissacarídeo pectina, originadas no complexo golgiense. Essas bolsas fundem-se umas às outras formando, na região mediana a célula a placa celular . A divisão do citoplasma das células vegetais recebe o nome de citocinese centrífuga.
Além da citocinese, há outras diferenças entra a divisão de células animais e de células vegetais. Nas células animais o fuso mitótico é construído por três classes de microtubulos ( cromossômicos, polares, e astrais). Eles partem dos pólos do fuso em todas as direções e atingem toda a periferia da célula formando ao redor de cada par de centríolos uma estrutura conhecida como áster apenas existe em células animais.
Divisão celular em bactérias.
O processo de divisão nas células procariontes é bem mais simples que os das células eucarióticas. A bactéria tem um único cromossomo, constituído por uma molécula circular de DNA. O cromossomos bacteriano á uma região específica, denominada origem de replicação que se prende à membrana plasmática.
A divisão tem inicio pela duplicação do DNA, a partir da origem da replicação. A dobra progride até o citoplasma se dividir em dois compartilhamento cada um deles contendo uma cópia do cromossomos presente na célula original
Meiose
O termo meiose deriva da palavra grega meíosis que significa diminuição, e constitui uma alução ai fato de, ser reduzido à metade nas células-filhas. A redução do numero cromossômico ocorre porque nesse processo há uma única duplicação cromossômica seguida de duas divisões nucleares consecutivas: a meiose I e a meiose II na meiose formam-se quatro células-filhas cada uma com metade do numero de cromossomos originalmente presente na célula mãe. Em linhas gerais, na prófase I e II ocorre condensação dos cromossomos; nas metáfases I e II eles se ligam ao microtubulos do fuso e se dispõem na região equatorial da célula; nas anáfases I e II os cromossomos migram para pólos opostos da célula; nas telófases I e II eles se descondensam e forma núcleos-filho nos pólos da célula em divisão.
Prófase I
A prófase i é longa, sendo por isso dividida em cinco subfases: leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese

O espaço e suas representações.

Capitulo três.
O espaço e suas representações.
1) A necessidade de representação do mundo

A cartografia é a técnica e a arte de representar a superfície terrestre, os fenômenos físicos, os elementos socioeconômicos e outros dados por meio da elaboração de mapas e cartas a partir de observações diretas ou analises de documentos. Desde os tempos remotos nossos ancestrais preocupavam-se em documentar seus deslocamentos a solução foi desenhar os caminhos em pedras e em paredes de cavernas. Era o inicio da cartografia. A cartografia se aperfeiçoou e desenvolveu-se paralelamente à compreensão do mundo e à expansão do horizonte geográfico.
Lembrando...
Coordenadas geográficas são um sistema de linhas imaginárias que servem para localizar um ponto ou um acidente geográfico na superfície terrestre. Os paralelos são linhas imaginárias traçadas paralelamente ao equador. Os meridianos são semicírculos imaginários traçados sobre a terá de pólo a pólo, latitude que é a distancia em graus entre o paralelo de um lugar até o equador e longitude distancia em graus entre o meridiano do lugar até o meridiano de Greenwich. A latitude varia de 90º ao norte do equador.
Na idade media, a igreja começou a ter grande influencia na representação do mundo. Naquela época Jerusalém, a cidade santa, ocupava o centro do mapa.
O globo terrestre e o elemento de um mapa.
O globo terrestre é a representação da terra sobre uma superfície esférica, não permite riqueza de detalhes, sua forma é semelhante a da terra e nele os continentes e os oceanos são observador em suas posições relativas. O mapa é a representação da terra numa superfície plana e constitui-se numa feramenta importante para a apresentação especializada de informações. Os elementos que compõem um mapa são: símbolos, ou condições, títulos, escala e projeções cartográficas.
Símbolos ou convençoes cartográficos
Considerando que o mapa não é uma reprodução da realidade, o cartógrafo recorre a símbolos e convenções que transmitem informações estatísticas. Os símbolos são, portanto, a linguagem visual dos mapas.
Existe uma grande variedade de símbolos e cores utilizados pela cartógrafo nos diferentes tipos de mapas um dos mais famosos são: o azul para hidrografia, verde para vegetação, castanho para relevo e solos, preto ou vermelho para elementos artificiais.
Escala.
Como o mapa é infinitamente menos que a terra, necessitamos de escala que indique a proporção entre ele e o nosso planeta. A escala nos informa quantas vezes o objeto foi reduzido. Escala é a relação entre a distancia ou o comprimento no mapa e a distancia real correspondente na terra,
Escala numérica
Trata-se de uma fração que estabelece a relação entre distancia ou comprimento no mapa e a distancia correspondente no terreno. Quando observamos um mapa, podemos querer conhecer algum desse elementos: a medida real ou o comprimento do terreno (D) a distancia gráfica ou comprimento no mapa (d) ou a denominada escala (E). E nela, foram criadas formulas para a melhor compreender.
Escala gráfica.
Apresentada sob a forma d em segmento de reta graduado.
A riqueza de detalhes do mapa é diretamente proporcional à escala. Devemos lembrar que a escala grande tem o denominador da fração pequeno e a escala pequena tem o denominador da fração grande.
Portanto, quando menor for à escala menos será o tamanho do mapa.
Mapa- para representações mais generalizadas de áreas maiores como, por exemplo, o mapa do Brasil. Já a expressão carta é utilizada para representações mais detalhadas e precisas de áreas menos, como, por exemplo, cartas urbanas e de navegação. Ao elaborar um mapa, devemos primeiramente, determinar e, que espaço ele esta construído.
Projeções cartográficas.
No mapa-múndi a terra é representada em dois hemisférios, os mapas mais utilizados atualmente são os planisférios que representam toda a superfície esférica em um plano. Projeção cartográfica é a forma pela qual uma superfície esférica no caso, a terra é representada num plano o mapa. O grande problema da cartografia consiste justamente em ter de representar uma superfície esférica num plano, pois, como é sabido, a esfera [e um sólido não achatável ou não-planificável. Embora muitas tentativas continuem sendo feitas, em busca de uma máxima precisão todas as projeções apresentam deformações, sejam em relação às distancias, às áreas ou aos ângulos.
A maior parte das projeções existentes deriva dos três tipos ou métodos originais, a saber: cilíndricas, cônicas e planas ou azimutais.
Projeção cilíndrica possibilita a representação total da terra sendo muito utilizada na elaboração de planícies na navegação. Ela é feita como se uma luz atravessasse o globo e projetaasse os paralelos e os meridianos sobre um cilindro envolvente, que depois é planificado. Nesse tipo de projeção os paralelos e os meridianos são retos e perpendiculares, como cilindro é tangente à reta do equador ele toca somente essa linha, quanto mais perto dos pólos maior a deformação.
Projeção cônica é usada principalmente na representação de países e regiões de latitudes intermediárias, embora possa ser empregada para outras latitudes, esse tipo de projeção tem paralelos circulares e meridianos radiais, isso são retas que se originam de um único ponto, contém como única linha que apresenta grandezas reais o paralelo e a tangencia
A projeção plana ou azimutal é empregada na confecção de mapas especiais, principalmente náuticos e aeronáuticos é muito utilizada para representar as regiões polares, esse tipo de projeção contem paralelos projetador em círculos concêntricos e meridianos projetador em linhas retas, as linhas e projeções deformam-se a medida se afastam do ponto de tangência
Outras formas de ver o mundo
Projeção de mercátor.
Desde o século XVI a projeção cilíndrica de mercáor tornou-se a preferida dos navegantes por ser a única em que as direções podem ser traçadas em linha reta sobre o mapa, nessa projeção os paralelos e os meridianos são linhas retas que se cruzam formando ângulos retos. Ela pertence ao tipo chamado de conforme que não deforma os ânulos. A projeção de mercátor mantém a forma continentes e dos países, mas distorce suas áreas. No século XX, esse tipo de projeção recebeu muitas críticas de caráter políticos, pois, nela, os países ricos e desenvolvidos aparecem com dimensões exageradamente ampliadas, associado
à sua característica expansionista e dominadora. A apartir desse eurocentrismo é que foram adotadas expressões como oriente próximo, oriente médio e extremo oriente.
Projeção de Peters
A fim de proporcionar aos países em desenvolvimento uma representação de seu real tamanho e posição, Peters propôs uma nova projeção também cilíndrica, mas equivalente, ou seja: as áreas da terra conservaram o tamanho proporcionalmente correto, porem encontravam-se esticadas por meio de deformação dos ângulos das direções
Projeção de Aitoff e de Goode
A projeção de Aitoff a America ocupa o centro do planisfério. Essa projeção equivalente, conserva a proporção das áreas representadas, em detrimento da forma. A projeção de Goode tem finalidade de mostrar a equivalência das massas continentais e oceânicas, por isso, elas são interrompidas ou descontinuas
Anamorfoses
Para converter números e estatísticas em mapas, podemos utilizar as anamorfoses, planisférios em que as áreas de um país ou continente assumem o tamanho proporcional ao dado que se quer mostrar. Por exemplo, para mostrar a população mundial, a china e a índia passam a ter maiores áreas, pois comportam os maiores contingentes populacionais.
Novas tecnologias cartográficas.
Satélites artificiais e sensoriamento remoto
Atualmente o emprego de novas tecnologias muito tem contribuído para o desenvolvimento de diversos campos do conhecimento. Este mapa só se tornou viável a partir de imagens de satélite enviadas do espaço. Nele é possível distinguir as áreas mais frias.
O sensoriamento remoto uma das tecnologias utilizadas atualmente um importante sistema de obtenção de informações aéreas ou espaciais, constitui-se na captação registro e processamento de imagens da energia refletiva por elementos feita por instrumentos físicos. A coleta e a analise de dados possibilita aos seres humanos conhecer regiões do espectro eletromagnético inacessíveis à visão humana. Essa tecnologia utiliza instrumentos modernos como sensores o sensoriamento remoto por meio de satélites artificiais teve inicio no final da década de 1950 logo após o primeiro satélite artificial. Hoje o sensoriamento remoto por meio de satélite permite rapidez e precisão nos processos de levantamento de dados e mapeamento. Além de sua aplicação em diversas áreas do conhecimento, como a geologia, geomorfologia, oceanografia, meteorologia e cartografia, é também usado na localização de recursos naturais. Ele permite monitorar o meio ambiente avaliar o uso da terra e seus impactos. Observe outros objetivos dos satélites artificiais:
Exploração e pesquisa cientifica, coleta de dados e estudo de fenômenos físicos da terra, telecomunicações, meteorológicos.
Sistema de posicionamento global
Diversas outras tecnologias são utilizadas atualmente no levantamento de dados. O GPS é um sofisticado sistema eletrônico apoiado em uma rede de satélites que oferece localização instantâneas me qualquer ponto da terra, com uma precisão quase absoluta. O GPS provocou uma grande revolução na geodésica, fornecendo dados confiáveis e precisos. O GPS é também utilizado nos transportes aéreos marítimos e terrestres, para indicar a posição e o trajeto de veículos.
Geoprocessamento e SIG
“geoprocessamento é a tecnologia que abrange o conjunto de procedimentos de entrada, manipulação, armazenamento e análise de dados espacialmente referenciados”
Geo-referenciamento é uma situação em que uma entidade geográfica é referenciada espacialmente ao terreno por meio de sua localização.
O SIG ( sistema de informação geográficas ) é composto de softwares e hardwares que tem por finalidade integrar bancos de dados e processar e analisar dados geo-referenciados.
A cartografia no Brasil.
A cartografia surgiu no Brasil com a chegada dos portugueses. Durante o período colonial foram feitos diversos mapas com objetiva náuticos.
Em1936 foi criado o instituto brasileiro de geografia e estatísticas ( IBGE) responsável até hoje pela geodésica e pela cartografia do país. Em 2002 foi inaugurado o monitoramento aéreo do serviço de inteligência e vigilância da Amazônia ( SIVAM ) projetando para coletar, processar e integrar informações da área amazônica utilizando seus satélites. A união entre dois países para implantação de um sistema completo de sensoriamento remoto visa também derrubar as barreiras que impedem os países subdesenvolvidos de entrar no mercados tecnocientifico espacial

segunda-feira, 11 de maio de 2009

História, primeira unidade. Página 32, as civilizações da mesopotâmia.

História, primeira unidade.

Página 32, as civilizações da mesopotâmia.

A mesopotâmia-nome dada pelos gregos e que significa ‘’terra entre dois rios “- irrigados pelos rios tigres e Eufrates. Inserida na área do crescente fértil, a mesopotâmia estendia-se desde os montes Zagros no irá, a leste, até os desertos da Arábia”.

À parte norte, na alta mesopotâmia, era mais montanhosa desértica e menos fértil, a media e baixo mesopotâmia era constituído de planícies muitos férteis. A sedentarização das comunidades humanas na média e na baixa mesopotâmia ocorreu durante a transição do paleolítico para o neolítico. O surgimento dos primeiros grandes núcleos na região foi acompanhado do desenvolvimento de um complexo sistema hidráulico que favorecia a utilização dos pântanos, evitava inundações e garantia o armazenamento de água para os períodos de seca. As cidades além de viabilizarem a sobrevivência na região propiciaram a defesa militar, a centralização da autoridade e do controle sobre a população.

Observando o Egito e a mesopotâmia sobressai algumas similaridades comuns às duas regiões, como a aridez do clima e a fertilidade favorecida pelos rios. O acesso à mesopotâmia era mais fácil que do vale do Nilo no Egito. Na mesopotâmia as invasões foram constantes e sucessivas, imprimindo uma marca diferenciada do desenvolvimento ao longo da antiguidade. As enchentes da mesopotâmia muito mais violentas e sem a uniformidade e a regularidade apresentada por ele.

Sumerianos e acadianos.

Os povos sumerianos fixaram-se na Caldéia e fundaram diversas cidades autônomas verdadeiros estadas independentes. Cada uma delas era governada por um patesi, supremo-sacerdote e chefe militar absoluto. Controlava a construção de diques, canas de irrigação, templos e celeiros, impondo e administrando os tributos a que toda a população estava sujeita. Os deuses eram considerados os proprietários de todas as terras, a quem os homens sempre deviam servir, os governantes mesopotamicos não eram tidos como deuses e sim sus intermediários e representantes. Os sumérios estabeleceram relações comerciais com vários povos da costa do mediterrâneo e do vale do indo. Inventaram a escrita cuneiforme as cidades-estados sumerianas viviam constantemente em guerra, o rei acadiano sargão I unificou politicamente o centro e o sul da mesopotâmia o “soberano dos quatro cantos da terra”. Devido ás diversas revoltas internas e à continuação de invasões estrangeiras, o império acadiano acabou se enfraquecendo.

O primeiro império babilônico.

Entre os invasores que destruíram o império Acadiano destacam-se os amoritas vindos do deserto da Arábia, resultaram numa luta quase ininterrupta até quando Hamurábi, rei da babilônia, realizou a completa unificação, conseguindo dominar toda a região desde a Assíria, na alta mesopotâmia até a Caldeia. Rapidamente, a capital babilônica transformou-se num dos principais centros urbanos da antiguidade, sediado um poderoso império e convertendo-se no eixo cultural e econômico da região do crescente fértil, Hamurabi também foi importante por elaborar um códigos de leis completos. O código de hamurabi apresenta uma diversidade de procedimentos jurídicos e determinação de penas para uma vasta gama de crimes, partindo do princípio “olho por olho, dente por dente”. O código de Hamurabi decorrida da lei de talião que preconizava que as punições fossem idênticas ao delito cometido. Abarca praticamente todos os aspectos da vida babilônica. Hamurábi também empreendeu uma ampla reforma religiosa, transformando o deus Marduk da Babilônia, no principal deus da mesopotâmia. Após a morte de hamurabi, o império entrou em decadência principalmente por causa das rebeliões internas e novas ondas de invasões, como a dos hititas e a dos cassitas.

O império Assírio.

Os assírios fixaram-se no norte da mesopotâmia por volta de 2500 a.Cfazendo das cidades de assur. Ocupavam as margens do rio tigre e as montanhas próximas, onde era abundante a madeira e vária riqueza mineral. Aos poucos, edificaram um forte estado militarizado, contando com cavalos, carros de guerras e armas de ferro, os assírios conquistaram várias regiões vizinhas, incluindo a média mesopotâmia e boa parte da Síria e da palestina. O predomínio social entre os assírios cabia a uma aristocracia sacerdotal e militar, a qual era obrigado ao pagamento de tributos em cereais, metais, gado e prestar serviços. Os assírios ficaram famosos pela crueldade com que tratavam os vencidos. Durante o reinado de Sargão, os assírios conquistaram o reino de Israel e, tomaram a cidade da babilônia. O império assírio atingiu seu apogeu, dominando uma área que se estendia do golfo pérsico à Ásia menor. Após a morte Assurbanipal, o império Assírico declinou rapidamente graças às revoltas dos povos dominados, sucumbindo definitivamente inaugurando o segundo império babilônico.

O segundo império babilônico.

Os caudeus, povo de origem semita derrotaram os assírios e fizeram da babilônia novamente a capital da mesopotâmia. Durante o reinado de Nabucodonosor, o segundo império babilônico viveu o seu apogeu. Foi a época das grandes construções públicas, como os templos para vários deuses, especialmente o de marduk, as grandes muralhas da cidade e os palácios a exemplos dos “jardins suspensos da babilônia” escravizando os habitantes. O segundo império babilônico não sobreviveu por muito tempo à morte de Nabucodonosor sendo conquistado em 539 a.Cpelo rei Ciro. Apartir daí, a mesopotâmia e seus domínios passaram a pertencer ao império persa.

Economia, sociedade e cultura da mesopotâmia.

A estrutura produtiva mesopotâmia tal como a do Egito inseria-se no modo de produção asiático tendo a agricultura como a atividade principal e a população submetida ao sistema de servidão coletiva. A unidade econômica da cidade-estado ou do império dependia do templo, eixo da religião, e dos sacerdotes, que atuavam como elo de ligação entre a população e a autoridade política. Uma aristocracia de governantes, sacerdotes e funcionários públicos, através do estado, controlada a construção de reservatórios de águas, diques, canais de irrigação. Também contava com a mão de obra escrava, constituída dos vencidos nas guerras, O artesanato e o comércio mesopotamicos atingiram um alto gray de desenvolvimento com seus negociantes organizando caravanas que iam da Arábia à índia. A atividade econômica da mesopotâmia chegou a transformar muitas de suas cidades em grandes entrepostos comerciais, destacando-se especialmente a babilônia. A estrutura social mesopotâmia também se assemelhava à do Egito, tendo no topo uma pequena elite poderosa, concentradora. A cultura mesopotâmia descendia em grande parte dos sumérios, destacando-se especialmente a escrita cuneiforme. A religião mesopotanica de herança sumeriana e ampliada por seus sucessores tinha inúmeros deuses que representavam fenômenos da natureza. Ao contrário dos egípcios os mesopotâmicos não acreditavam na vida após a morte. Para alcançar as vantagens terrenas os mesopotâmicos submetiam-se aos rituais comandados pelos sacertodes. Os mesopotâmicos sobressaíram-se nas ciências na arquitetura e na literatura. Conseguindo atingir um amplo conhecimento sobre fenômenos celestes como o movimento de planetas e estrelas e a previsão de eclipse. Aprimorando os conhecimentos de astronomia, avançaram no domínio da matemática que também servia às necessidades da vida econômica. Foram os inventores da álgebra, desenvolvendo cálculos de divisão e também dividiram o círculo em 360 graus e criaram um calendário com o ano de doze meses, divididos em semanas de sete dias, e estes em períodos de doze horas. Na arquitetura os mesopotâmicos foram inovadores com a aplicação de arcos na escultura e pintura enfatizou a estatuária e elaboração dos baixos relevos. Na literatura dedicaram-se duas obras sumerianas, a Epopéia de gilgamés. Vale destacar também como grande marco da história do direito, o código de Hamurabi.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Amizade.




Quero falar aos amigos.
Os amigos que tenho são os melhores


que alguém poderia ter.
Além disso, os amigos que tenho


têm muitos amigos e os dividem comigo.
Assim, meu número de amigos sempre aumenta,
já que sempre ganho amigos dos meus amigos.
Foi assim sempre.

Uns ganhei há tempos.
Outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles,pois amizade pode ser sempre dividida
sem nunca diminuir ou enfraquecer.
Pelo contrário,
Quanto mais dividida mais aumenta.


E há mais vantagens na amizade:
é uma das poucas coisas que não custam nada


mas valem muito,embora não sejam vendáveis!
Entretanto,é preciso que se cuide um pouco das amizades...

As mais recentes, por exemplo,precisam de alguns cuidados.
Poucos, é verdade, mas indispensáveis
É preciso mantê-los com certo calor,cuidar, falar com eles.
Com o tempo eles crescem,ficam fortes e suportam alguns trancos.

Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não!
São como as mudas de plantas que,


depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados,


porém não podem jamais ser esquecidas.
Algo é preciso para mantê-las vivas.


Prezo muito minhas amizadese reservo sempre um canto no meu peito para elas.
E sempre que surge a ocasião,
não perco a oportunidadede dar um amigo a um amigo,da mesma forma que ganhei.
E não adiantam as despedidas.
De um amigo ninguém se livra fácil.
Amizade, além de contagiosa, é incurável.

Boa noite, amigos.
Vai chegando à hora de se despedir, de poder decidir se vai ou se fica (agradeço por poder decidir.). (Parei hoje, deitei na cama e comecei a pensar nos meus amigos até porque, tinha acabado de me desentender com um.) cheguei a uma conclusão que todos os amigos têm um defeito, e que lutar ou brigar contra eles não adianta nada. O certo é respeitar essa diferença, e continuar com a amizade, até por que... Isso é que é ser amigo de verdade.
Fica obvio por todos que convivem comigo que tudo que eu mais respeito e cativo, são de fato os meus amigos, e cada um tem os seus defeitos, cada vez mais aparente. (daí digo: a intimidade realmente é uma merda- rsrs-) não vou citar nomes, até porque não estou aqui para julgar ninguém, mas não vou deixar de dizer o que às vezes tanto me atrapalha.
Tenho um amigo, que não sabe quando parar de brincar, sentar comigo e disser: “eu estou te ouvindo’’ talvez ele não tenha amadurecimento o bastante para levar algo a sério, ou dar um parecer que realmente ajude em algo, uma das mínimas coisas para um amigo ter, seria isso, maturidade para ajudar. Mas nem por isso ele deixa de ser o meu melhor amigo (talvez deixe de ser sim, o meu confidente fiel, ou meu orientador).
Quisera eu, que esse fosse o único defeito! Tenho ainda, um amigo que mais considero irmão, que vez ou outra decide abrir asas e voar, esvaecer da minha vida, sem nem deixar um cartão de “volto logo”, este também às vezes me deixa injuriada de tantos ciúmes, de às vezes privar-me, e até ser tão impulsivo e tão pouco emotivo. Mas, esse sim, é um conselheiro indispensável, quando é preciso sabe tudo o que deve ser feito, calcula cada movimento, e diz todo seu repercuto.
Como se não me bastasse, ainda tenho uma amiga explosiva, que leva tudo para o lado sentimental, e vive fazendo tempestade em copo d’gua é como eu. Pode ser apenas um problema mínimo, que por dentro ela o transforma em uma grande tempestade, mas por fora... Demonstra que está tudo bem; mas essa grande amiga, está presente todo o momento basta uma ligação que ela aparece, onde que eu esteja. É como meu reflexo, levo aonde for.
Ainda tem mais uma coisa que me intriga as relações familiares, não é diferente dos amigos, acho até o contrário, que sejam iguais! Veja só, tenho familiares que brigam sempre, dizem o que não deve ser dito, às vezes até, agem com maledicência, criam conflitos, fofocas. Mas esse, já é um assunto delicado, vamos deixar em outra pauta.
Concluindo o que comecei, ter um amigo é fácil, cativar um amigo, é mais fácil ainda, todavia conhecer os seus defeitos, e respeitá-los fica cada vez mais árduo. Ser amigo é isto, ter defeitos e respeitá-los, ter brigas e afaná-las, estar presente independente da circunstância. Antes de dormir, decidi parar de apontar os defeitos dos meus amigos, e dar atenção nos meus defeitos, e nas vezes que eles me perdoaram quando fui imatura ou dispersa, seria isso o que todos devêssemos fazer. Parar de apontar os defeitos dos outros, e simplesmente aceita-los, ou engolir um ou outro sapo e esperar as desculpas.
Jamais deixe de agradecer pelos amigos, por mais imperfeitos que sejam.