
Boa noite.
O depois do fim.
Bom dia a quem lê, e a quem usa o site. Para quem me conhece sabe que eu tenho um pai que precisa bastante estar se deslocando de estado para estado em função da profissão, e eu sem muita escolha -confesso- preciso acompanhá-lo.Quando recebi a notícia que estaria vindo para Brasília-DF publiquei o texto “ Isso não é um adeus, porém um até logo”(http://parolasavi.blogspot.com/2009/01/isso-no-um-adeus-porm-um-at-logo.html); e agora, quatro ou cinco meses depois de chegar em Brasília,tudo muda, indiferentemente pra quem assiste mas,indiscutivelmente para mim.
O depois do fim.
Tudo começou sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 “filha, nós não vamos mais continuar aqui... não conte a ninguém, mas estamos indo para Brasília”, desde aquele dia, foi como se tudo que eu vivesse, ia acabar para sempre, durando apenas o tempo do meu sorriso dar lugar à esperança de ficar. Era impressionante o como uma festa poderia ser tão animada durante as primeiras horas, até algo me fazer lembrar que “podia ser a última festa” e aquele medo voltasse ao meu peito, medo de um lugar novo, de um clima novo, medo de perder quem eu amo. A ultima semana foi a pior! Saber que você está indo embora de um lugar, já é horrível, mas saber o dia e a hora certa que você vai embora torna tudo mais doloroso, torna tudo como “ultima coisa”, ainda me lembro de todas as lágrimas que foram derramadas, não só por mim, mas pelo meu namorado e meus amigos, me lembro de quando contei a meu namorado que eu estava indo embora,e não quero esquecer. Chega o ultimo dia, quase sem perceber já é hora de ir embora, só queria ficar mais, só queria mais algumas horas,decido esconder minha RG, era a única maneira de eu não embarcar naquele avião e dito e feito! Escondi a carteira dentro da minha impressora, e não viajei, pelos menos não naquele dia, a viajem foi adiada por mais exatamente 22 horas, passadas claro com meu namorado, brincando pelas ruas do meu Recife, gritando alto que era ali o meu lugar,extravasando toda minha tristeza, mas infelizmente não foi o bastante, eu ainda deveria embargar e deixar tudo aquilo, para trás.
Enfim, cheguei. Cá estou eu em Brasília a viajem foi péssima, não parei de chorar nem que seja por um minuto, como já estava planejada, minha primeira palavra quando cheguei aqui foram: “quero muito ir embora” minha mãe logo respondeu “é minha filha, agora é começar com o pé direito nossa nova vida”, não deu uma semana e eu já estava matriculada e estudando num novo colégio, que eu não tive oportunidade de conhecer previamente, mas entrei com o pé direito, em uma sala estranha que ninguém foi muito receptivo, tantos rostos estranhos olhando em minha direção, como se quisesse saber quem eu era apenas com o olhar, alguns menos acanhados viam me perguntar de onde eu era, porque estava ali, e como eu me chamo, coisas que agente quer saber de quem de certa forma invade seu território, e assim estão sendo todos os meus dias, indo para o colégio que ainda não é meu, convivendo em uma sala que não é minha, conversando com amigos que não são meus, usando uma cidade que não é minha,invadindo um território. Ainda estou presa ao meu mundo, a minha cidade, ainda ligando todos os dias para meu namorado para perguntar como está a vida em Recife. Quando me acontece algum problema, tudo que mais preciso é de um ombro amigo, mas, estando em um lugar diferente onde não se conhece ninguém, o ombro amigo mais próximo é distante demais. Como se já não me bastasse ter de aprender a conviver em um lugar que eu não gosto, ainda existem pessoas que relutam em me receber, que preferem abandonar a acolher em um grupo,na verdade não as culpo, o novo assusta, não só a mim, mas a quem de certa forma, é obrigado a conviver com ele.
Estranhamente, em plena sexta-feira à tarde minha mãe com a mesma indiferença que ela teve ao me contar que estaríamos indo embora, diz que ela não agüentava mais essa nova vida, e estava voltando,ainda sugere que eu volte com ela. Nada me vem à cabeça quando ela afirmou que me deixaria, que desistiria,e ainda sutilmente ela me deu o direito de escolha, de voltar para minha terra, ou de continuar aqui com meu pai. Meu primeiro impulso foi arrumar as malas e decidir “estou voltando”, mas mais calmamente acabei me recordando que eu sofri muito para sair da minha terra, sofri demais para chegar aqui e simplesmente ir embora, não dei a chance de me deixar agradar, de que teria adiantado tantas lágrimas para vir se eu nem deixei que essa nova vida me encantasse. Não adianta fugir do desconhecido,eu não perderia nada ficando, pelo contrário, quem sabe eu não possa até ganhar com esse novo estilo de vida. Perdendo ou não, eu fico. Porque sei quem me ama há de me esperar. Fácil não é, a saudade cada vez mais me grita.
“O medo de perder, é pior que a própria dor de ter perdido”.
São tantas as capricornianas que fazem carreira e conseguem sucesso, que você pode pensar que para elas, o amor e o casamento vêm em segundo plano.
No que se refere ao amor, muitas vezes a chance de estar certo são grandes. Quanto ao casamento não. É necessário entender que os objetivos desta mulher são a segurança, a realização pessoal e a posição social. Pouco importa se esta realização será conseguida trabalhando doze horas por dia ou ao lado de um marido ambicioso e realizado financeiramente.
Mais do que beleza ou a idade, a capricorniana aprecia a capacidade de um homem.
Ela, como todos do signo de Capricórnio é trabalhadora, planeja o futuro com antecedência e não tem medo do trabalho pesado, desde que sirva para sua ascensão financeira. E acredite, ela espera o mesmo de um homem para poder amá-lo. Poucas são as capricornianas que não gostam de brilhantes, ouro ou qualquer outro símbolo de riqueza. Na verdade elas não apreciam a beleza de uma jóia, mas o quanto vale!
Ela corteja o sucesso, sonha com ele, mas dificilmente você a verá abrindo o caminho à força para alcançar o primeiro lugar. Algumas pessoas podem até pensar que ela vai se contentar com o ultimo posto, de tão dócil que parece ser. Mas adivinhem quem vai chegar em primeiro ou conseguir aquela promoção? Ela, claro!!
E é este seu jeito meio sonso, esta mania que as pessoas tem de acha-la uma pessoa humilde e desprendida das coisas, que faz com que muitos quebrem a cara. A capricorniana pode se fingir de morta, mas nunca estará morta!
Quando deseja algo, ela vai em frente, sempre determinada a conseguir.
Sim, se ela estiver realmente interessada, dificilmente deixará de conseguir. E o mais interessante é que o que parecia impossível, de uma hora para outra acaba caindo em suas mãos . Alguns pensam que ela é ambiciosa, mas se esquecem que ela é determinada. Negociar com está mulher é ter uma lição de como conseguir as coisas sem pechinchar e ainda conseguir o melhor preço. Ela não suporta pedir ou implorar nada para ninguém, é muito orgulhosa para isto. Prefere convencer o vendedor da loja que está oferecendo aquele carro por uma pechincha, que seu preço não conseguiu sensibilizá-la em nada. Lembram do que eu disse sobre a arte de iludir? Pois, então, a capricorniana vai fazer com que ele se sinta culpado por não dar mais uns 10% de desconto. É incrível como esta mulher consegue convencer as pessoas de que estão fazendo um ótimo negócio ao aceitar seus argumentos.
Se existe alguém que consegue abrir um negócio sem um tostão no bolso, este alguém é de capricórnio.
Minha mãe, que é de capricórnio, consegue tirar leite de pedra. Ela consegue pegar mercadorias nas lojas sem dar nenhuma garantia, sem dinheiro e sem conhecer o dono! Depois ela sai para vender tudo pelo melhor preço da praça, paga o lojista, compra jóias, roupas, sapatos e móveis. Sim, minha mãe adora trocar os móveis da casa o tempo todo. Afinal, como toda mulher deste signo ela precisa estar mudando seu ambiente para não entrar em depressão.
Melhor do que dizer "te amo", é dizer: "Você é a mulher mais competente que já que esteve ao meu lado!"
A capricorniana finge que pode viver sem elogios, mas ela simplesmente adora ouvi-los!
Principalmente ser forem em relação ao seu trabalho ou ao esforço físico que faz para deixar a casa limpa. Esta mulher adora saber que é admirada pelo seu esforço. Na verdade ela gosta tanto de elogios que muitas vezes costuma dar algumas indiretas para ver se alguém se toca e fala alguma coisa. Comece a elogia-la e vá reparando como sua fisionomia vai mudando conforme as palavras chegam ao seu ouvido. Ela é capaz de fazer várias expressões, todas fingindo humildade, mas no fundo vai estar pulando de alegria.
Não se deixe iludir com seu jeito impassível, pensando que está diante de uma pessoa que não sabe o que quer dizer orgulho. Todos os capricornianos, repito, são mestres na arte de iludir.
Para ser bem direto, ela precisa desesperadamente que lhe digam que é boa, bonita, inteligente, trabalhadora...
Ela parece ser mais equilibrada emocionalmente, do que realmente é.
Ás vezes, seus modos podem convencê-lo de que é tão firme quanto um rochedo e que nada é capaz de atormentá-la. A verdade é que ela é sujeita à muitas crises de mau-humor, e estas crises costumam ser bem duradouras. Quando elas resolvem que chegou o momento de reclamar, sai de baixo! Nestas horas é melhor estar uns mil quilômetros de distância para não acabar pagando o pato por tudo que aconteceu de errado com ela nos últimos minutos. Sim, elas podem mudar da água para o vinho, ou melhor, do anjo para o diabo, em poucos minutos, e por qualquer coisinha a toa. Mas não diga que ela esta brigando por nada! Diminuir os motivos do mau humor desta mulher é jogar mais lenha na fogueira!
Parece que ela teve aulas de boas maneiras e etiqueta no ventre da mãe.
Uma das coisas mais interessantes nesta mulher é sua natural educação e seus modos graciosos. Mesmo que ela tenha sido criada em um cortiço, com pais ignorantes, você se convencerá de que está diante de uma mulher que teve ótima educação.
A despeito de seu jeito delicado e de sua modéstia, esta mulher sabe como dobra-lo com o dedo mindinho. Não tente vença-la pelo cansaço, ou vai acabar descobrindo que ela pode resistir muito mais tempo que você para conseguir o que quer. Ela sabe ser teimosa e persistente quando é preciso.
Agradecimentos a Rafael, e a pesquiça. ADOREI
Continuo “pulando fora” dos textos informativos e mantenho esse tema até mesmo poético.
E continuo lembrando que toda e qualquer semelhança com a minha vida pessoal é total coincidência.
Uma história não terminada.
A adolescência é de fato uma fase aonde descobre a vida, descobrimos como viver, com quem viver e até como viver com si lidamos com todas as tenções, novas responsabilidades, novas investidas e ainda tem um agravante e talvez, o mais influente em toda essa metamorfose; o amor, que vem de várias formas, às vezes convenientes e às vezes impossíveis...
É difícil atirar uma pedra na primeira vez e conseguir acertar o alvo, assim como é difícil escolher um alguém para amar e encontrar a sua alma gêmea de primeira. Foi e continua sendo assim atirando pedras que busco o amor, é verdade que ainda não encontrei. Mas nessa minha coragem e tentativas de acertar o alvo que tenho bastantes histórias para contar.
Às vezes o primeiro namorado torna-se o eterno, de um namoro inocente, vem um casamento, filhos, e uma confortável velhice a dois. Para quem não consegue atingir essa satisfação de primeira vai continuar tentando. O meu primeiro namoro vejo hoje como uma brincadeira, descobrindo um sentimento novo, descobrindo o doce gosto de ter alguém, até mesmo descobrindo como pensa uma outra mente, resumindo, uma experiência. Como outras milhares de pessoas que não desistem de primeira e continuam procurando o afeto com essa idéia de amor inocente sem muitas palavras, aquele sentimento de cuidar e conhecer passamos para o segundo, o terceiro, o quarto... Choramos, claro! Caímos em armadilhas de pessoas que nos colocam no topo do mundo, que tiram o chão dos pés e depois do mesmo modo que colocam no topo do mundo, empurram de lá... Em uma queda direta e sem ter aonde segurar sentir perder o controle olhar para os lados procurando os amigos, mas, já não estão mais lá. A única solução é deixar cair, “quebrar a cara” como dizem.
Tem também os casos mais desafiadores, quando o coração bobo como bola, decide se apaixonar por alguém mais velho, ás vezes torna-se até um crime! Infelizmente para um apaixonado não existe leis, regras ou limites, apenas o dever de amar e o direito de ser amado. Fazemos loucuras, driblamos os pais, para poder
ver e passar um tempo do lado desse amor perigoso, que além de desafiar barreiras desafia os pensamentos oblíquos de toda uma sociedade, cometemos até o mais perigoso e tentador dos pecados capitais, a luxúria, quando esquecemos da idade ou de barreiras e aí sim, entregamos de corpo e alma. Nada me tira da cabeça que esse amor desafiador não passa de uma aventura, que no final acaba em um domingo de tarde sem nenhuma palavra só um silêncio atordoante um Adeus e nunca mais ver o rosto daquela pessoa que fizemos de tudo para ficar nem que seja por alguns minutos, e que entregamos de corpo e alma.
Resolvemos então, nos apaixonar por alguém que não vive de uma mesma forma que nós. Os desejos e as vontades dessa pessoa não são iguais aos nossos, às vezes são mais depravados, às vezes mais inocentes, acabamos esquecendo que somos nós e nos transformando em quem aquela pessoa gostaria que fossemos; esse é o amor mais difícil de acabar, pois quando acaba não conseguimos entender como é a vida sem aquela pessoa.
Dentre as paixões que já vivi, você é a mais difícil e doce, mais paradoxal. Não és o amor inocente como o do primeiro namorado, não és o amor bandido como o que quebramos a cara, não és o amor desafiador que ninguém concorda, não é o amor não correspondido que tanto perturba, nem o amor diferente que nos mudamos para agradar. Você é todos eles, juntos! Nosso amor é inocente como um primeiro beijo, é bandido como desafiante e tentador, é censurado por ser diferente. Mas eu não me importo; Pois é nosso amor, e só nosso.